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Este projeto foi construído por muitas mãos amazônicas contadoras de histórias. Foi organizado por Marcela Gomes Fonseca (Marcela Inajá), historiadora e escritora de Ananindeua, que costurou com fios de encante todas as prosas e poesias em uma trama. E por Maécio Monteiro (Mael Anhangá), designer proponente do projeto Reconhecendo a Amazônia, contemplado no Prêmio Preamar de Cultura e Arte 2020 da Fundação Cultural do Pará - Secretaria de Cultura do Governo do Estado.

Foram colaboradoras deste processo as escritoras: Márcia Kambeba, geógrafa e ouvidora geral do município de Belém, que nos traz sua poética felina sobre o misterioso rio Solimões. Vandria Borari, Mestra Ceramista que nos conta dos encantos contido no fundo do rio Tapajós. Shaira Mana Josy, rapper e pedagoga da Terra Firme-Belém, que apresenta o cotidiano do rio Tucunduba. 

 

Marcela Bonfim, compositora e fotógrafa, que nos toca com a saudade dos peixes migrantes do rio Madeira. Joana Chagas, nossa Xamã contadora de histórias que do Oiapoque a Belém, trás os ensinamentos contidos no silêncio. E Lívia Arrelias, psicóloga amapaense, que revive conosco suas memórias de infância, em um texto que compõe o caderno de atividades que acompanha este livro.

Por fim, nosso escritor mirim, Rian Santos, estudante da Educação Básica, quilombola de Gurupá-Cachoeira do Arari, que nos apresentou seu Manoel e os dilemas da vida num dia quente e misterioso do Marajó. 

Sem dúvidas o livro não teria ganhado tanta vida se não fosse o ilustrador Delen de Castro, responsável por criar as formas e gestos dos personagens, das pessoas aos rios. Desta forma, ‘‘Igara e o povo das águas’’ objetiva preencher uma lacuna na produção e distribuição da Literatura Didática Ilustrada com a temática interdisciplinar dos Estudos Amazônicos com foco na Educação Básica. Bem como, incentivar a valorização da diversidade histórica, social e cultural amazônica.

O material busca atender também, aos princípios básicos da Legislação educacional, como PNDL (Plano Nacional do Livro Didático) e a LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação), que prevêem a imbricação entre Cidadania e a Educação para as relações étnico-raciais.

Ao promover o reencontro com as nossas narrativas, saberes e identidades amazônicas, o livro atende às leis nº 10.639/03 e  nº 11.645/11, que torna obrigatório o ensino da História e Cultura Africana, Afro-brasileira e Indígena na Educação Básica. Incentivando a formação de cidadãos críticos, protagonistas e conscientes da diversidade da experiência histórica e da pluralidade

social de nossa região. 

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Igara

e o Povo

das Águas